sábado, 28 de janeiro de 2012

Soneto

Difícil traduzir para palavras, nunca serão suficientes.

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Amo a forma como ele pisca,

Ou como se mexe.

Amo seu sorriso, tão espontâneo e verdadeiro...

Consigo amar até mesmo seu choro.


Amo a forma como ele me faz sentir.

Amo seus silêncios, seus ruídos.

Amo suas mãos e pés minúsculos, seus olhos arregalados,

Amo suas curvas delicadas e suas covinhas rechonchudas.


Admiro cada curva, cada centímetro quadrado.

Da ponta dos pés,

Até o último fio de cabelo desgrenhado no topo da cabeça.


Perfeito, desde a primeira vez que o vi.

É só o começo...

Eu o amo, e esse sentimento só sabe crescer.



quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Pensamentos

Aquela música do... que..
É, aquela mesma!
Não, sem pressão, mas é aquela...
Sim, claro, não é...?

É noite
É tarde
E eu estou aqui,
Carente
Meio a pensamentos vagos.

Cinco janelas,
Uma pessoa. Aquela pessoa.
Algumas músicas
E, em meio a elas, aquela que
Tão bem em meus ouvidos soa.

São quase três,
A falta do que fazer me trouxe até aqui
Não sei o que fez
Que, tão rapidamente meus olhos se abriram
E assim permaneceram.

Meus pensamentos vagos me levam
A tantos lugares, a tantas possibilidades
Enquanto músicas buscam
Para todas as realidades.
Aquela música, como é o nome do...
Onde será que ele está agora?
Mas, e a música? ...
E se eu quiser sair mundo afora?

São pensamentos vagos
Um não completa o outro
Sem sentido, numa noite fria de inverno
Sozinhos, eles se tornam
Apenas vagos pensamentos,
Pensamentos vagos.

23 06 2011